Divórcio: proteja o seu futuro e o dos seus filhos
As decisões que você toma no início de uma separação podem definir o futuro dos seus filhos e do seu patrimônio. Fale com nossa equipe pelo WhatsApp antes de agir. Atendimento humanizado e online, em todo o Brasil.
Sandra Vilela Advocacia · Equipe de Direito de Família
Trinta anos de Direito de Família, com seis advogadas conduzindo os casos. Atendimento online, em todo o Brasil.
Talvez soe familiar
As perguntas que você está se fazendo
Como é que isso funciona, na prática?
E os meus filhos, como é que ficam?
Posso sair de casa agora?
Vou perder o que construí?
Quais são os meus direitos?
Quanto tempo isso vai durar?
Quanto vai me custar?
E a minha vida, depois?
Nenhuma dessas perguntas tem uma resposta única. Tudo depende da sua história, dos seus filhos e do patrimônio que vocês construíram juntos. Na primeira conversa, você entende sua situação com clareza: seus direitos, os caminhos possíveis e o tempo estimado de cada um.
Cada separação tem a sua história, e o caminho depende de uma pergunta: é possível chegar a um acordo? Priorizamos o diálogo, que poupa tempo e desgaste emocional. Se ele não for possível, estaremos ao seu lado no processo. Entenda qual é o seu caso.
Quando há acordo
Divórcio consensual
O casal define junto todas as questões: partilha dos bens, guarda, convivência com os filhos e pensão. O acordo é formalizado pela advogada e depois homologado pelo juiz ou, em alguns casos, registrado em cartório.
É o seu caso se
Apesar do fim da relação, ainda existe diálogo para decidir juntos o futuro dos filhos, a pensão e os bens.
Resolução mais rápida e com menos custos
Preserva a convivência familiar, especialmente para os filhos
Um acordo bem redigido evita conflitos no futuro
Quando falta acordo
Divórcio litigioso
Quando há divergência sobre algum ponto, é o juiz quem decide, após ouvir as partes e analisar as provas. O divórcio em si, porém, não depende da concordância do outro: basta que um dos dois queira.
É o seu caso se
Há discordância sobre bens, filhos ou pensão, ou o diálogo entre vocês já não é possível.
O acordo continua possível em qualquer fase do processo
Defesa técnica dos seus direitos e dos seus filhos
Trabalhamos para reduzir os pontos em disputa
Acordo sempre que possível, firmeza quando necessário
O escritório busca primeiro o diálogo e a solução consensual, que costuma ser mais rápida, menos desgastante e melhor para os filhos. Quando o acordo não é possível, a atuação no processo é técnica e estratégica.
Mesmo no amigável, é a redação do acordo que decide o que vem depois. Convivência descrita de forma vaga, pensão sem critério de reajuste, uma dívida esquecida: isso costuma voltar lá na frente como processo novo.
Artigos da Lei de Alienação Parental que nasceram de propostas da Dra. Sandra Vilela
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Quem já passou por aqui
O que dizem as famílias
Avaliações publicadas no Google pelos próprios clientes. Nada foi escrito ou editado pelo escritório.
4.7 · 51 avaliações
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“Depois de muitos advogados que demonstraram falta de profissionalismo e de conhecimentos gerais nas causas que eu tinha, encontrei a Sandra, e apenas tenho a agradecer a Deus por te-la colocado em meu caminho. Meus processos nao foram faceis, mas ela me ajudou em tudo. Alem de uma excelente profissional, se tornou uma grande amiga, pois realmente abraçou a causa e lutou comigo para conseguir a minha vitoria - ou melhor, do meu filho, quem foi o maior favorecido em tudo. Agradeço e recomendo a Sandra e sua equipe que sempre foram impecáveis comigo. Muito obrigada!!”
“Nota 10 . Escritório maravilhoso .
Dra Sandra Vilela , Dra Paola Furini, Competência e excelência Guarda Compartilhada e sucessões especialista combater alienação parental.
Eu como pai consigo conviver com meu amado filho graças a esses profissionais.”
“Só tenho Elogios a fazer a Dr. E toda equipe.
Em especial a Dr Rute e a Dr. Amanda, que nos deram todo suporte ,esclarecimentos ,com tanto cuidado e agilidade .
Por fim agradeço muito e indico super para aqueles que mais precisão de Suporte que sao nossos Pequenos Atípicos que merecem todo cuidado, respeito, amor .
E super tivemos isso.
Excelente Profissionais.
Eu e minha pequena agradecemos e desejos um Final de Ano Mega abençoado.
Abraços ,felicidades!”
“Extremamente profissional, sem dúvidas um dos melhores escritórios de Advocacia familiar do Brasil , seu time é composto por especialistas de ponta .recomendo !!!”
Avaliações publicadas no Google · Powered by Google
A trajetória por trás do escritório
A experiência que orienta cada caso
Há 30 anos, a Dra. Sandra Vilela se dedica ao Direito de Família. Dois artigos da Lei de Alienação Parental nasceram de propostas suas, e ela foi convidada a participar de audiência pública no Senado Federal sobre a lei, na qual defendeu a sua manutenção. É essa experiência que orienta cada caso do escritório, da guarda dos filhos à partilha de bens.
30 anos de atuação em Direito de Família
Participou da elaboração da Lei de Alienação Parental (Lei 12.318/2010), com dois artigos nascidos de propostas suas
Defendeu a manutenção da lei em audiência pública no Senado Federal
Pioneira no estudo da guarda compartilhada no Brasil
Membro do IBDFAM e da Comissão de Direito de Família da OAB/SP
Sandra Vilela · OAB/SP 155.350
Quem atende
Com quem você vai falar
O atendimento é da equipe: além da Dra. Sandra Vilela, você conversa com as advogadas abaixo, que conduzem os casos de família. Processos de família correm em segredo de justiça, e o escritório trata cada história com a mesma discrição.
Carolina Eichemberger
Mais de dez anos de atuação em Direito de Família e Sucessões, com passagem por escritórios especializados na área e experiência em demandas complexas e de alta sensibilidade. Graduada em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e mestre em Direito pela PUC-SP.
Gabriela Cardoso Campos
Mais de oito anos de atuação em Direito de Família, Sucessões e Contencioso Cível, com experiência em escritórios da área. Graduada em Direito pela FMU e pós-graduada em Direito de Família e Sucessões pelo IBDFAM. Membra das Comissões de Direito de Família e Sucessões da OAB/SP e da OAB/RS e associada ao IBDFAM. Conduz causas que envolvem crianças e adolescentes e busca soluções consensuais, quando compatíveis com os interesses do cliente.
Paola Godoy
Advogada há 30 anos, atua em Direito de Família e Sucessões, com mediação e conciliação. Graduada em Direito, com pós-graduação em Família e Sucessões e extensão em Mediação, Conciliação e Solução de Conflitos. Conciliadora e mediadora no Tribunal de Justiça de São Paulo e no Projeto Íntegra. Integra a OAB/SP, a AASP, o IBDFAM e as Comissões de Mediação e Conciliação e de Direito de Família e Sucessões da OAB Santo Amaro.
Tamires Zimmermann
Atua em Direito de Família e Sucessões. Pós-graduada em Direito Tributário pela PUC-MG, com formações complementares em Direito Processual Civil, Civil, Contratos, Família e Sucessões. Coautora do livro As Famílias e Sucessões: pandemia e pós-pandemia (2024) e integrante do grupo de pesquisa do IBDFAM (2020–2025), com artigos apresentados nos Congressos de Pesquisa Científica da FDUSP (2024) e da FDUSP Ribeirão Preto (2025).
Katherine Giglio Vicente
Atua em Direito de Família e Sucessões. Graduada em Direito pela USCS e em Administração de Empresas pela UNIP, com pós-graduação em Direito de Família e Sucessões pela FADEG. Membro ativo do IBDFAM. A dupla formação alia o conhecimento jurídico à compreensão das questões patrimoniais e financeiras das relações familiares.
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes sobre o divórcio
Posso sair de casa antes do divórcio?
Pode, mas não recomendamos sair antes de conversar com uma advogada. A saída não faz você perder seus direitos automaticamente, mas pode influenciar a guarda dos filhos e, em alguns casos, o direito sobre o imóvel do casal. Com orientação prévia, a saída é planejada para proteger você e seus filhos.
Quanto tempo demora um divórcio?
Quando há acordo, bem pouco. Fechados os termos, o divórcio consensual costuma sair em poucos dias. Sem acordo o tempo depende da complexidade do caso e da postura da outra parte, e aí ninguém consegue cravar prazo. Boa parte do trabalho do escritório é reduzir os pontos em disputa, justamente para encurtar esse caminho.
Como fica a guarda dos filhos?
A regra no Brasil é a guarda compartilhada. Ela não significa dividir o tempo da criança exatamente meio a meio, como muitos acreditam. Significa que a criança mantém uma convivência cotidiana e equilibrada com o pai e com a mãe, participando da rotina de ambos, e não apenas de visitas em fins de semana alternados. Não existe um modelo único: cada família constrói o seu arranjo de acordo com a sua realidade, como horários de trabalho, escola e distância entre as casas. Quando os pais não chegam a um acordo, o juiz define a convivência, sempre com base no melhor interesse da criança.
Quais documentos eu preciso?
Para a primeira conversa, nenhum. Depois a equipe pede os básicos: certidão de casamento, certidão de nascimento dos filhos, a lista dos bens do casal e a lista dos gastos das crianças. Se faltar algum, a equipe explica onde conseguir.
Dá para fazer o divórcio em cartório?
Dá, em um caso específico: quando o divórcio é consensual e não há filho menor nem incapaz. Aí a escritura sai direto no cartório, sem processo. Ainda assim é preciso advogado, que assina o ato junto. Havendo filho menor, o caminho é judicial, mesmo que esteja tudo combinado entre vocês.
E os bens que estão só no nome de um dos dois?
O fato de um bem estar registrado no nome de apenas um dos cônjuges não significa que ele pertença só a essa pessoa. O que define a divisão é o regime de bens e o momento em que o bem foi adquirido. Na comunhão parcial, que é o regime mais comum, os bens comprados durante o casamento pertencem aos dois, independentemente de em nome de quem estejam. Ficam de fora, em regra, os bens que cada um já tinha antes de casar e os recebidos por herança ou doação. A mesma lógica vale para a união estável. Como cada situação tem suas particularidades, a análise deve ser feita caso a caso.
Preciso de advogado mesmo se o divórcio for amigável?
Precisa. Mesmo amigável, o divórcio exige advogado. E é aí que mora o motivo real: uma cláusula mal redigida hoje vira processo no futuro. O trabalho não é brigar, é escrever direito o que vocês já combinaram.
Como sei se é alienação parental?
A alienação parental acontece quando um dos pais, ou outro familiar, interfere na relação da criança com o outro genitor, seja desqualificando-o, dificultando a convivência ou fazendo acusações falsas. A Lei 12.318/2010 trata do tema e prevê medidas que vão da advertência à alteração da guarda. Se você identifica esses sinais, o primeiro passo é conversar com uma advogada especializada, para avaliar a situação e definir a melhor estratégia para proteger a criança e a sua relação com ela. A Dra. Sandra Vilela participou da elaboração dessa lei e atua no tema desde então.
O processo fica público?
Não fica. Processos de família correm em segredo de justiça: o conteúdo não é acessível a terceiros, só às partes e aos advogados.
O escritório atende outros temas de família?
Sim. Além do divórcio, a equipe conduz guarda e convivência, alimentos, partilha de bens, alienação parental, medidas protetivas e casos de violência doméstica, seja ela física, psicológica ou patrimonial.
O escritório trabalha com outras áreas além do Direito de Família?
Sim. Além do Direito de Família, o escritório atua na defesa dos direitos de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de suas famílias. Orientamos e acompanhamos pedidos como o BPC/LOAS, o saque do FGTS e o salário-maternidade, entre outros direitos garantidos por lei. Se você ou alguém da sua família está no espectro, converse com a nossa equipe para entender quais direitos se aplicam ao seu caso.
Converse antes de decidir
Não espere o problema crescer. O que você faz nos primeiros dias de uma separação pode influenciar a guarda dos filhos e a divisão dos bens. Envie uma mensagem agora e entenda seus direitos antes de tomar qualquer atitude difícil de reverter.