Pedir pensão pela primeira vez
Ainda não há valor nenhum definido. O trabalho começa montando a conta real da criança e levantando o que a outra parte ganha.

Precisa pedir pensão, aumentar ou reduzir o valor, cobrar atrasados ou encerrar a obrigação? Nossa equipe atende quem paga e quem recebe, inclusive quem está sendo cobrado. Fale pelo WhatsApp para uma análise individual do seu caso, com atendimento humanizado e online em todo o Brasil.
Sandra Vilela Advocacia · Equipe de Direito de Família
O escritório atende os dois lados: quem recebe e quem paga. Trinta anos de Direito de Família.

Quem procura o escritório
Quem recebe e quem paga chegam aqui por motivos diferentes. Veja qual destes é o seu.
Vocês se separaram e até hoje não existe valor nenhum combinado.
O valor foi acertado anos atrás e já não cobre nem a escola.
Você paga certo, mas perdeu renda, e o valor combinado não cabe mais no seu mês.
A pensão simplesmente não chega, e os meses vão se acumulando.
Chegou uma cobrança de pensão atrasada e você está com medo do que vem depois.
O cálculo
O valor da pensão depende das necessidades de quem recebe e das condições de quem paga. Cada caso precisa ser avaliado individualmente.
Não existe percentual fixo para todas as famílias. Um valor adequado em outro caso pode não fazer sentido para o seu.
A renda declarada não reflete a realidade? O valor não cobre as despesas ou pesa no seu orçamento? Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para analisar a sua situação e entender o que pode ser pedido no seu caso.
Quatro caminhos
Pensão não é um assunto só. Ache o seu caminho abaixo: é por ele que a conversa começa.
Ainda não há valor nenhum definido. O trabalho começa montando a conta real da criança e levantando o que a outra parte ganha.
A conta mudou de um dos lados. O filho cresceu e ficou mais caro, ou quem paga perdeu renda. Serve para pedir aumento e para pedir redução.
A pensão está atrasada. A lei trata dívida de alimentos com mais rigor que qualquer outra, e os caminhos de cobrança têm consequência de verdade.
O filho terminou a faculdade, passou a se sustentar ou foi morar com quem paga. A pensão não cai sozinha quando ele faz 18 anos: é preciso pedir ao juiz, e até a decisão o valor continua devido.
Como funciona
Todo o atendimento é online. Você escreve pelo WhatsApp e a triagem começa ali mesmo, sem deslocamento e sem furo na rotina.
Você faz
Em poucas linhas. A equipe faz uma triagem para entender o que o seu caso pede, e já diz se é caso de fixar, revisar ou cobrar.
A equipe faz
Uma conversa dedicada ao seu caso. Você sai dela sabendo o que dá para pedir, e recebe por escrito o que será feito.
A equipe faz
Daqui em diante o trabalho é da equipe. Você não precisa perguntar para saber onde o processo está.
30
anos de experiência em Direito de Família
6
advogadas especialistas
100%
da equipe com pós-graduação ou mestrado
2
Artigos da Lei de Alienação Parental que nasceram de propostas da Dra. Sandra Vilela
Quem já passou por aqui
Avaliações recentes publicadas no Google pelos próprios clientes. Nada foi escrito ou editado pelo escritório.
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A trajetória por trás do escritório
Há 30 anos, a Dra. Sandra Vilela se dedica ao Direito de Família. Dois artigos da Lei de Alienação Parental nasceram de propostas suas, e ela foi convidada a participar de audiência pública no Senado Federal sobre a lei, na qual defendeu a sua manutenção. É essa experiência que orienta cada caso do escritório, da guarda dos filhos à partilha de bens.
Sandra Vilela · OAB/SP 155.350
Quem atende
O atendimento é da equipe: além da Dra. Sandra Vilela, você conversa com as advogadas abaixo, que conduzem os casos de família. Processos de família correm em segredo de justiça, e o escritório trata cada história com a mesma discrição.

Mais de dez anos de atuação em Direito de Família e Sucessões, com passagem por escritórios especializados na área e experiência em demandas complexas e de alta sensibilidade. Graduada em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e mestre em Direito pela PUC-SP.

Mais de oito anos de atuação em Direito de Família, Sucessões e Contencioso Cível, com experiência em escritórios da área. Graduada em Direito pela FMU e pós-graduada em Direito de Família e Sucessões pelo IBDFAM. Membra das Comissões de Direito de Família e Sucessões da OAB/SP e da OAB/RS e associada ao IBDFAM. Conduz causas que envolvem crianças e adolescentes e busca soluções consensuais, quando compatíveis com os interesses do cliente.

Advogada há 30 anos, atua em Direito de Família e Sucessões, com mediação e conciliação. Graduada em Direito, com pós-graduação em Família e Sucessões e extensão em Mediação, Conciliação e Solução de Conflitos. Conciliadora e mediadora no Tribunal de Justiça de São Paulo e no Projeto Íntegra. Integra a OAB/SP, a AASP, o IBDFAM e as Comissões de Mediação e Conciliação e de Direito de Família e Sucessões da OAB Santo Amaro.

Atua em Direito de Família e Sucessões. Pós-graduada em Direito Tributário pela PUC-MG, com formações complementares em Direito Processual Civil, Civil, Contratos, Família e Sucessões. Coautora do livro As Famílias e Sucessões: pandemia e pós-pandemia (2024) e integrante do grupo de pesquisa do IBDFAM (2020–2025), com artigos apresentados nos Congressos de Pesquisa Científica da FDUSP (2024) e da FDUSP Ribeirão Preto (2025).

Atua em Direito de Família e Sucessões. Graduada em Direito pela USCS e em Administração de Empresas pela UNIP, com pós-graduação em Direito de Família e Sucessões pela FADEG. Membro ativo do IBDFAM. A dupla formação alia o conhecimento jurídico à compreensão das questões patrimoniais e financeiras das relações familiares.
Dúvidas comuns
Respostas diretas para o que as famílias mais perguntam antes de começar.
Não existe. Nenhum percentual está fixado em lei. O valor sai do cruzamento entre o que a criança precisa e o que quem paga consegue arcar. O número que todo mundo repete é média observada em alguns casos, e usar ele como régua costuma atrapalhar mais do que ajudar.
Tudo o que a criança consome para viver: comida, moradia, saúde, escola, roupa, transporte. Terapia e atividade também entram quando já fazem parte da rotina dela. É por isso que a lista detalhada de gastos vale tanto. Conta vaga vira valor baixo.
Todos, não só o salário com carteira. Entram pró-labore, comissão, aluguel recebido, retirada de empresa, renda de autônomo. Quando o que a pessoa declara não bate com o jeito que ela vive, dá para demonstrar isso no processo.
Em regra, até os 18 anos. Mas ela se estende enquanto o filho estiver em curso técnico ou na faculdade, o que costuma levar a pensão até perto dos 24. Em curso longo pode passar disso. A maioridade sozinha não corta a pensão: é preciso pedir ao juiz.
A lei trata dívida de pensão com mais rigor que qualquer outra. Quem não paga pode ser preso, e essa é a única prisão por dívida que a Constituição ainda admite. Além disso cabe penhora de bens, protesto do nome e suspensão da carteira de motorista e do passaporte.
Não precisa. A primeira conversa serve para entender a sua situação, e nada mais. Depois a equipe pede o que for necessário: a lista de gastos da criança, os comprovantes que você tiver, a certidão de nascimento e o que der para levantar sobre a renda da outra parte. Se faltar algo, a equipe explica onde conseguir. E se não houver comprovante de renda nenhum, o nome completo, o CPF e a profissão já servem de ponto de partida.
Pode. O Código Civil dá a quem paga o direito de pedir informações e prestação de contas sobre o que acontece com o filho, mesmo sem ter a guarda. Na prática isso costuma ser discutido junto com outro pedido, e o caminho depende muito do que você tem de concreto. Vale conversar antes de agir: acusação sem lastro tende a azedar o processo inteiro.
Pode. Se a sua renda caiu de verdade, ou se nasceu outro filho, ou se a sua saúde mudou o seu orçamento, cabe pedir revisão. O que o juiz vai querer ver é a prova dessa mudança. Enquanto o pedido não é decidido, o valor antigo segue valendo, então quanto antes começar, melhor.
Sim, em situações específicas. Quando o pai ou a mãe não tem como pagar, a lei permite cobrar dos avós, em caráter complementar. O escritório atende esses casos, e também pensão entre ex-cônjuges.
Mande uma mensagem agora. Para pedir, revisar ou cobrar, o começo é o mesmo: organizar os números e entender o que a lei permite no seu caso. A decisão de seguir em frente é sempre sua.